Olhar-te-ei setenta e sete vezes antes de traçar teus lábios sobre os meus sonhos. Pudicos, não tratam de lhe descrever a ofensa que seria tratar-lhe por tolas lembranças, sobre o vago do pensamento. Creio, contudo, que setenta e sete vezes será o bocado da suficiência.
O mundo, esparso, escorreu-me como cataratas que gravitam sobre um meu epicentro, núcleo, coronomagnetismo; e os jequitibás, bem florescem, para logo padecerem… a brisa… Se eu for gigante, que penduricalhem uma coroa de jequitibás e seus Outonos, todos sobre meu caixão!
Pois não há este fim assim correr.
A menos que…
setenta e sete vezes,
teus olhos sem cor de tinta,
tua boca em formato
profundamente confuso,
harmonizem minha cegueira.